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Sérgio e Baco os santos católicos que podem ter sido um casal gay da antiguidade

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Leia as histórias ao final da reportagem. No entanto, pessoas do mesmo sexo têm-se casado muito mais que os heterossexuais. Nenhum direito a menos. Com a conquista do direito de se casar em , os homossexuais passaram a usufruir de mecanismos legais que, desde ano do primeiro Código Civil , eram exclusividade dos casais hétero. O principal deles, segundo o defensor Carvalho, é patrimonial. Os casais de pessoas do mesmo sexo passaram a ter todos os direitos e obrigações previstos em lei e firmadas no contrato, como a partilha de haveres e herança de parte do patrimônio do cônjuge em caso de ruína. O casamento no civil pode portar até 90 dias. Eu faria a mesma coisa se fosse o primo da lista na frente de um monte de gente que, pro benefício ou pro mal, estava julgando eu estar casando com uma pessoa do mesmo sexo.

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Pelo menos é o que acreditam alguns pesquisadores quando olham para a tradição dos soldados romanos Sérgio e Baco, que foram martirizados no século IV, na Síria. Mas a história desses dois soldados foi recuperada pelo historiógrafo norte-americano John Boswellprofessor na Universidade de Yale. Para estudiosos, foi o que alimentou a fama desses santos entre os homossexuais contemporâneos. Foi escrito por volta do ano depouco mais de anos depois da morte dos santos. Segundo a biografia, eles tinham sido soldados romanos de alta patente e foram martirizados quando acompanhavam o imperador romano Galério Maximiano em viagem ao Oriente Médio. Na época, o cristianismo era perseguido pelos romanos.

'Homossexuais são filhos de Deus' afirma pontífice em filme lançado no Festival de Roma

Gostaria de receber as principais notícias do Brasil e do mundo? Assim, ficam legalmente protegidos. Posiciono-me por isso. O papa aborda o direito dos homossexuais num trecho do filme que apresenta a história de Andrea Rubera, homem-feito gay que adotou três crianças com seu parceiro. Rubera diz que foi a uma missa celebrada por Francisco e deu a ele uma correio. Nela, explica que gostaria de partir com o companheiro e os prole às missas em sua paróquia, mas temia que as crianças ficassem traumatizadas caso fossem hostilizadas. O homem fatura que o papa, alguns dias depois ter recebido a carta, telefonou para contar que ficou tocado pela mensagem. Francisco estimulou o casal a portar os filhos à igreja, mas também pediu que estivessem prontos para sofrer críticas. Rubera e o companheiro seguiram o conselho e, dizem, ficaram felizes ao passar a frequentar a paróquia.

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